Dieta da Proteína

Dieta da Proteína (mito ou verdade). Nos dias atuais, independente se é por razões estéticas ou então de saúde, a verdade é que as pessoas querem emagrecer, no entanto esse desejo exige, inicialmente, uma alteração de hábitos alimentares.

Dieta da Proteína

Acredita-se que é preciso que os valores energéticos sejam menores que os do consumo habitual, o que causará uma perda de peso.

Se o que deseja é perder apenas alguns quilos, qualquer regime alimentar pode funcionar, basta que o conteúdo calórico seja inferior ao da alimentação que se fazia antes de decidir emagrecer.

Mas, e seu dissesse a vocês que é possível emagrecer realizando uma alimentação rica em proteína e moderada em carboidratos, alguém acreditaria?

Para quem acreditou, saiba que isso é possível graças ao regime alimentar das proteínas, um aliado que permite aos seus utilizadores emagrecer, acabar com os pneuzinhos na barriga e ainda ajudar a definir os músculos.

E o melhor é que se pode fazer isto tudo sem perder o apetite nem passar fome.

Normalmente as pessoas recorrem a regimes com alta proteína para perder peso. Ainda mais depois que alguns pesquisadores descobriram que os regimes com mais proteína ajudam as pessoas a controlar melhor o apetite e a ingestão de calorias.

Tipos de alimentação com mais 30% de proteína são agora considerados como normais, tanto que o termo “regime alimentar proteínas” já está reservado para dietas com mais de 50% de proteína.

Para resultados mais expressivos, a alimentação rica em proteínas e moderada em carboidratos deve ser acompanha da prática de exercícios físicos regulares, além disso, essa união é também responsável por reduzir a gordura no sangue (segundos os especialistas).

Há também uma ajuda em manter a massa magra, enquanto a queima da gordura fica como combustível, e tudo isto acontece sem que a pessoa que faça este regime seja confrontada com a fome constante.

Os pesquisadores não sabem exatamente como funciona a proteína para reduzir o apetite. Alguns acreditam que se deve ao fato de a proteína levar o cérebro a receber baixos níveis de hormônios que estimulam o apetite.

Menos picos de insulina levam a uma menor flutuação dos níveis de açúcar, e, portanto, a menos desejos.

Também pode ser devido a comer menos carboidratos ou do efeito da proteína específica sobre os hormônios da fome e da química cerebral.

Embora já tenham sido efetuados muitos estudos, mais pesquisas são necessárias antes de os peritos poderem fazer recomendações abrangentes para que as pessoas aumentem a proteína nos seus regimes, pelo menos é o que diz a renomada American Dietetic Association.